As a dj, '98 was the real mark for the begining of what was set to become one of my greatest passions. I was aware that music was something special, just didn´t thought it would be possible to compose and play it on my own. At the age of 18, started with the first mixes with the suport of my first project, Sector Urbano, and searched for every available information related with turtablism. As time went by, i found my interests for everything related with black music deepen and deepen; being hip hop, r&b, funk, soul, house, techno, rave... Since then, as on a dj area as much as on production, i've had the honour and the privilege to count with excelent musicians, and with them magnify the know how needed for a professional career.
Como dj, o ano de '98 foi um marco para o começo daquilo que se viria a revelar, uma das minhas grandes paixões. Era consciente de que a música era algo especial, mas nunca colocava a hipótese de poder tocá-la e compô-la em nome próprio. Aos 18 anos fazia as primeiras misturas com o apoio do projecto Sector Urbano, e procurava toda a informação disponível sobre turntablism. Á medida que o tempo passava, aprofundava o interesse cada vez mais acentuado por tudo o que se relacionasse com a música negra em geral; seja hip hop, r&b, funk, soul, house, techno, rave... Desde então, tanto na área do dj'ing como na produção, tenho tido a honra e o privilégio de contar com excelentes músicos, e com elas dinamizar e aprender, de forma a profissionalizar cada vez mais o meu trabalho.
Não perca a inauguração do Projecto SENTIO
Dia 04 de Setembro no Buddha LX
Musica e muito glamour numa noite cheia de surpresas.
Entrada apenas com nome na Guest List.
Música: Dj Residente; Dj Davis (Dj Convidado)
Envie já o primeiro e último nome e vem sentir esta noite única!!
Guest List – Mail: groovebox@live.com.pt ; por esta conta de hi5 ou por sms para 961033382
Festas de aniversário tem direito a mesa e Champanhe
Descobri que minha obsessão por cada coisa em seu lugar, cada assunto em seu tempo, cada palavra em seu estilo, não era o prêmio merecido de uma mente em ordem, mas, pelo contrário, todo um sistema de simulação inventado por mim para ocultar a desordem de minha natureza. Descobri que não sou disciplinado por virtude, e sim como reação contra a minha negligência; que pareço generoso para encobrir minha mesquinhez, que me faço passar por prudente quando na verdade sou desconfiado e sempre penso o pior, que sou conciliador para não sucumbir às minhas cóleras reprimidas, que só sou pontual para que ninguém saiba como pouco me importa o tempo alheio. Descobri, enfim, que o amor não é um estado da alma e sim um signo do Zodíaco. (Memórias de Minhas Putas Tristes - Pg. 74) Gabriel García Márquez
I Quero fugir ao mistério Para onde fugirei? Ele é a vida e a morte Ó Dor, aonde me irei?
II O mistério de tudo Aproxima-se tanto do meu ser, Chega aos olhos meus d'alma tão [de] perto, Que me dissolvo em trevas e universo... Em trevas me apavoro escuramente.
III O perene mistério, que atravessa Como um suspiro céus e corações...
IV O mistério ruiu sobre a minha alma E soterrou-a... Morro consciente!
V Acorda, eis o mistério ao pé de ti! E assim pensando riu amargamente, Dentro em mim riu como se chorasse!
VI Ah, tudo é símbolo e analogia! O vento que passa, a noite que esfria, São outra coisa que a noite e o vento — Sombras de vida e de pensamento.
Tudo o que vemos é outra coisa. A maré vasta, a maré ansiosa, É o eco de outra maré que está Onde é real o mundo que há.
Tudo o que temos é esquecimento. A noite fria, o passar do vento, São sombras de mãos, cujos gestos são A ilusão madre desta ilusão.
VII Mundo, confranges-me por existir. Tenho-te horror porque te sinto ser E compreendo que te sinto ser Até às fezes da compreensão. Bebi a taça [...] do pensamento Até ao fim; reconhecia pois Vazia, e achei horror. Mas eu bebi-a. Raciocinei até achar verdade, Achei-a e não a entendo. Já se esvai Neste desejo de compreensão, Inalteravelmente, Neste lidar com seres e absolutos, O que em mim, por sentir, me liga à vida E pelo pensamento me faz homem. ............................................................................ ............................................................................ ..........................................E neste orgulho certo Fechado mais ainda e alheado Me vou, do limitado e relativo Mundo em que arrasto a cruz do meu pensar.
VIII Cidades, com seus comércios...
Tudo é permanentemente estranho, mesmamente Descomunal, no pensamento fundo; Tudo é mistério, tudo é transcendente Na sua complexidade enorme: Um raciocínio visionado e exterior, Uma ordeira misteriosidade — Silêncio interior cheio de som.
IX Já estão em mim exaustas, Deixando-me transido de terror, Todas as formas de pensar [...] O enigma do universo. Já cheguei A conceber, como requinte extremo Da exausta inteligência, que era Deus... ........................................................................ Já cheguei a aceitar como verdade O que nos dão por ela, e a admitir Uma realidade não real Mas não sonhada, [como o] Deus Cristão. ........................................................................ ...Falhados pensamentos e sistemas Que, por falharem, só mais negro fazem O poder horroroso que os transcende A todos, [sim,] a todos. Oh horror! Oh mistério! Oh existência! ........................................................................
X O segredo da Busca é que não se acha. Eternos mundos infinitamente, Uns dentro de outros, sem cessar decorrem Inúteis; Sóis, Deuses, Deus dos Deuses Neles intercalados e perdidos Nem a nós encontramos no infinito. Tudo é sempre diverso, e sempre adiante De [Deus] e Deuses: essa, a luz incerta Da suprema verdade.
XI Nos vastos céus estrelados Que estão além da razão, Sob a regência de fados Que ninguém sabe o que são, Ha sistemas infinitos, Sóis centros de mundos seus,
E cada sol é um Deus.
Eternamente excluídos Uns dos outros, cada um É universo.
XII Num atordoamento e confusão Arde-me a alma, sinto nos meus olhos Um fogo estranho, de compreensão E incompreensão urdido, enorme Agonia e anseio de existência, Horror e dor, [agonia] sem fim!
XIII Fantasmas sem lugar, que a minha mente Figura no visível, sombras minhas Do diálogo comigo.
XIV Não, não vos disse ... A essência inatingível Da profusão das coisas, a substância, Furta-se até a si mesma. Se entendesses Neste ou naquele modo o que vos disse, Não o entendesses, que lhe falta o modo Por que se entenda.
XV Do eterno erro na eterna viagem, O mais que [exprime] na alma que ousa, É sempre nome, sempre linguagem, O véu e capa de uma outra cousa.
Nem que conheças de frente o Deus, Nem que o Eterno te dê a mão, Vês a verdade, rompes os véus, Tens mais caminho que a solidão.
Todos os astros, inda os que brilham No céu sem fundo do mundo interno, São só caminhos que falsos trilham Eternos passos do erro eterno.
Volta a meu seio, que não conhece os deuses, porque os não vê, Volta a meus braços, melhor esquece que tudo só fingir que é.
É claro q m lembro. Inesquecíveis as aulas de desenho com o stôr Valente. Grande veia estética a tua! Ainda desenhas? Espero q estejas bem. Grande beijinho!